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Inovação: a mudança de mindset começa na transformação digital e na gestão da inovação

A palavra de ordem atualmente é inovação. Muitas empresas buscam trilhar esse caminho, mas poucas têm uma completa noção de que inovar significa uma mudança radical no modo de pensar e executar os processos e, mais do que tudo, requer protagonismo, agilidade e assertividade dos profissionais envolvidos.

A palavra de ordem atualmente é inovação. Muitas empresas buscam trilhar esse caminho, mas poucas têm uma completa noção de que inovar significa uma mudança radical no modo de pensar e executar os processos e, mais do que tudo, requer protagonismo, agilidade e assertividade dos profissionais envolvidos. Vivemos em um mundo de extrema incerteza e constante mudança e esse contexto tem sido definido por especialistas pelo termo VUCA – volátil, incerto, complexo e ambíguo. As coisas acontecem de forma rápida e totalmente nova a todo instante, e precisamos responder com agilidade às demandas que aparecem.

O grande desafio é pautado na mudança de mindset das pessoas, porque inovação tem muito mais a ver com comportamento do que com “departamento”. Não adianta a companhia ter uma área destinada à inovação se as pessoas que atuam dentro dela utilizam velhas metodologias para responder a desafios atuais. É necessário ter flexibilidade para identificar as necessidades, buscar soluções e aplicá-las rapidamente – com o risco de dar errado e, se der, já propor outras saídas. Para criar o ambiente favorável a essa nova forma de lidar com essa dinâmica, é muito importante que as empresas passem pelo processo de transformação digital – veja, eu digo transformação digital, não apenas digitalização de documentos e padrões. Neste processo, a tecnologia tem papel estratégico e central, pois vai suportar toda essa mudança para que as companhias melhorem seu desempenho, aumentem o alcance e garantam resultados positivos. É importante também que todos os colaboradores da companhia entendam que esse é um caminho sem volta e que envolve todos aqueles que atuam na empresa. E a capacidade de se adaptar às novas formas de trabalho será imprescindível para o futuro profissional de cada um.

Este, é sem dúvida, um contexto muito mais complexo para se gerenciar. Nele, o papel do gestor não é mais aquele tradicional do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, mas sim uma liderança que consiga observar e entender o cenário. Desenvolver produtos a curto prazo, mas nunca perder de vista que é preciso trabalhar em projetos mais longos e complexos para sempre inovar.

É importante também fomentar um ambiente de colaboração, troca de experiências e conhecimentos e auxiliar o grupo na autorregulação. O líder ainda deve ser ambidestro, exponencial, protagonista e deve saber extrair das pessoas propósitos maiores para fazer a ponte entre o propósito da empresa e o dos colaboradores.

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Roberto Mosquera

Roberto Mosquera

Roberto Mosquera é consultor e facilitador em organizações ágeis e pensamento do design na Ekantika Consultoria. Especialista em Organizações Ágeis, Design Sprint, Scrum, Lean Startup, OKR e Planejamento Estratégico Ágil, liderou projetos de transformação organizacional e excelência operacional em grandes empresas dos setores aéreo, varejo, tecnologia, serviços, agronegócio e financeiro, com resultados tangíveis para o negócio e utilizando ferramentas de gestão, inovação e transformação. Scrum Master. Mestrando em Planejamento ágil pela FIA/SP e Economista com Especialização em Administração, Marketing de Serviços e Docência pela FGV/SP, Extensão em Modelos de Negócio e Design Thinking pela ESPM/SP.