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A revolução dos modelos de gestão e as organizações exponenciais

Com o advento das startups, as empresas tradicionais, hoje chamadas de lineares, passaram a buscar um formato de gestão que se aproximasse da rapidez e performance que os novos empreendimentos trouxeram para o mercado. Assim, o modelo de Organização Exponencial passou a ser cada vez mais adotado e vem se…

Com o advento das startups, as empresas tradicionais, hoje chamadas de lineares, passaram a buscar um formato de gestão que se aproximasse da rapidez e performance que os novos empreendimentos trouxeram para o mercado. Assim, o modelo de Organização Exponencial passou a ser cada vez mais adotado e vem se consolidando mundo afora.

Uma organização é chamada de exponencial quando tem um grande impacto positivo ao adotar novas tecnologias, em geral, até dez vezes maior do que as demais empresas. Elas ignoram os limites do crescimento lento e linear e usam fatores como Big Data, comunidades e novos algoritmos para superar os benchmarks de performance dos seus concorrentes.

Empresas que seguem esse modelo possuem times auto-organizados, multidisciplinares e têm autoridade descentralizada. O foco está mais em atrair os melhores talentos e deixar que eles brilhem, e não em criar mecanismos para controlá-los.

Características Externas: 

S: Staff on Demond. Terceirização de grande parte do trabalho, dando mais flexibilidade para rápida adaptação às mudanças do mercado.
C: Community and Crowd. Uso de meios colaborativos para construir comunidade e escalar seu trabalho.
A: Algorithms. Utilização de algoritmos para maximizar sua eficiência.
L: Leveraged Assets. Ter ativos sob demanda e não possuir muito do que será utilizado.
E: Engagement. Uso de feedback digital, incentivos e gamificação para criar uma conexão entre a empresa e a comunidade.

Características Internas:

I: Interfaces. Processos personalizados para interagir com clientes e outras organizações.
D: Dashboads. Utilização de sistemas de gerenciamento e painéis em tempo real para medir as métricas de negócios.
E: Experimentation. Adoção de operação enxuta, como de startups – em constantemente adaptação, aprimorando e ajustando esforços para se adequarem a fatores externos.
A: Autonomy. Estrutura de autoridade descentralizada, o que significa nenhuma estrutura de relatórios ou cargos.
S: Social. Gerenciamento da comunicação em tempo real através de tecnologias colaborativas para manter todos os colaboradores atualizados.

Pessoas:

Como já dissemos nos artigos anteriores dessa série, as tecnologias disruptivas exigem competências inusitadas de trabalhadores do mundo todo. É mudar ou se tornar obsoleto. O que se espera do colaborador das Organizações Exponenciais é que ele tenha mentalidade adaptativa e constante desenvolvimento, capacidade de desenhar o futuro, ter aprendizado rápido, tecer ecossistemas para engajamento das pessoas, antecipar e criar as mudanças, ser visionário, abraçar a diversidade de pensamentos e, finalmente, ter foco incansável no cliente.

Obter resultados por meio do protagonismo é o ponto central das organizações exponenciais. Líderes e funcionários devem incorporar nas atividades diárias a “cultura de dono”, o que estimula que todos possam criar ações para resolver problemas que a empresa apresente, independentemente de terem a obrigação de fazê-lo ou não. Eles tomam atitudes porque desejam o melhor para a empresa, como se realmente fossem donos. Atuar nesse modelo, no entanto, exige que a hierarquia interna permita que os colaboradores tomem iniciativa, reduzindo burocracias.

De linear a exponencial:

O processo de transformação de uma empresa linear para exponencial deve ser feito de forma gradual, porém ágil. Trabalhar a transformação da liderança é um bom começo. É importante dar autonomia total às equipes descentralizadas e fomentar a educação. Os executivos devem ter tempo para os colaboradores, ouvindo suas necessidades, respeitando a diversidade de pontos de vista e promovendo habilidades de liderança em todos os níveis. Reduzir os investimentos ao longo do tempo nos negócios habituais, concentrando gradualmente os esforços financeiros nos novos modelos de negócio. Firmar parcerias com incubadoras, aceleradores e hackerspaces também fazem parte desse processo.

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Roberto Mosquera

Roberto Mosquera

Roberto Mosquera é consultor e facilitador em organizações ágeis e pensamento do design na Ekantika Consultoria. Especialista em Organizações Ágeis, Design Sprint, Scrum, Lean Startup, OKR e Planejamento Estratégico Ágil, liderou projetos de transformação organizacional e excelência operacional em grandes empresas dos setores aéreo, varejo, tecnologia, serviços, agronegócio e financeiro, com resultados tangíveis para o negócio e utilizando ferramentas de gestão, inovação e transformação. Scrum Master. Mestrando em Planejamento ágil pela FIA/SP e Economista com Especialização em Administração, Marketing de Serviços e Docência pela FGV/SP, Extensão em Modelos de Negócio e Design Thinking pela ESPM/SP.